- Olá moça, seja bem
vinda a nossa igreja. - Afirmou irmã Maria.
- Olá a paz. Obrigada! –
Respondeu Bia.
- Como já te disse, vou te
apresentar a Fernanda líder o ministério de arte da igreja. Acho que vai ser
muito bom você conhecê-la e quem sabe até entrar no ministério. – Disse a irmã
Maria indo em direção a Fernanda.
- Fernanda, essa é Carol,
ela é nova na nossa igreja. – Disse irmã Maria.
- A paz Carol, que legal!
seja bem vinda! Olha, a gente tem uma equipe grande que trabalha com arte,
nesse ministério todos os jovens e adolescentes da igreja estão participando,
vai ser legal você entrar pra interagir com eles, se quiser os nossos ensaios
são aos sábados a tarde. – Disse Fernanda.
- Nossa que legal! Mas,
aos sábados a tarde eu faço curso. Não vai dar. – respondeu Bia.
- Mas, tem a equipe de
louvor da igreja também, eles ensaiam aos domingos de manhã. – afirmou a irmã
Maria.
- Mas eu nem canto kkkkk.
– Disse Bia
- A gente aprende de tudo
aqui. O importante é você se envolver. – respondeu Fernanda.
Uma
história simples, mas é um pensamento comum em muitas igrejas! O ministério de louvor,
dança, e teatro nunca foram sinônimos de segurar “ovelhas”, especificamente,
jovens! Afinal, não é um departamento para jovens, é um ministério para
VOCACIONADOS A ARTE como o da pregação, diaconato, pastoreio, liderança, etc.
Vocação ou
ocupação? Quando pensei nesse subtítulo é justamente para refletirmos
sobre a nossa mentalidade acerca a infiltração de pessoas que não tem a vocação
nos ministérios com artes da igreja. Ou seja, elas participam dessas equipes
simplesmente por uma ocupação eclesiástica, ou por status, ou por admirarem
essa área, ou as encaixam nesses ministérios pelo medo de “perder o membro para
o mundo”. Vamos lembrar algo importante “ARTE É VOCAÇÃO”, no reino de Deus não
é diferente “ARTE É CHAMADO”, e ouso dizer que não é para todo individuo.
Após
a recuperação da arca da aliança e construção do estabelecimento para
comportá-la. Davi delegou algumas funções (1Cr. 15), isto é, analisando o texto
percebe-se que uns eram cantores, outros instrumentistas, alguns tocavam
harpas, outros regentes dos cantores, outros porteiros e assim por diante. Cada
um na sua devida função.
Quanto
a você: Qual a sua função? Qual a sua vocação? Qual a sua convicção? Qual é o
seu chamado? Se você está em um departamento de louvor, dança e teatro, está no
mesmo por uma ocupação ou por vocação?
Quando
entendemos que ministério não é plano de carreira os holofotes voltam-se ao
sentido real da nossa existência “Deus”, e aprendemos que seja qual for a
função, na cozinha ou no louvor, com as crianças ou dançando, pregando ou
decorando, tudo coopera para o bem comum do corpo e, principalmente, a
manifestação do primogênito “Cristo”; Como Paulo declara “Há diferentes tipos
de dons, mas o Espirito é o mesmo. Há diferentes tipos de ministérios, mas o
Senhor é o Mesmo. Há diferentes formas de atuação, mas é o mesmo Deus quem
efetua tudo em Todos” (1Co 12: 4-6). Isso é Reino de Deus! Diferentes funções
mas com o mesmo propósito “Glorificar a Deus”.
Kelly Gonçalves


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