O DUALISMO NAS EXPRESSÕES ARTÍSTICAS
A música, o teatro, a dança são expressões
artísticas cada vez mais comuns no contexto eclesiástico. Embora, observa-se
que uma boa parte desses departamentos não tem consciência do conteúdo bíblico
a ser exposto em suas ministrações.
Possivelmente, muitos dos que atuam nessa área
artística em algum momento da sua caminhada ministerial tenha cantado, dançado
ou atuado algo que pendia para o dualismo religioso. Ou no mínimo, você já
tenha presenciado uma peça que havia luta entre Jesus e satanás, uma dança que
uns vestiam de branco e outros de preto e expressavam essa batalha, ou quem
sabe uma música que entoava algo a respeito disso. Pois é, isso é uma herança
da idade das trevas!
Mas, o que é o dualismo religioso? De forma
resumida, é um conceito religioso e filosófico que afirma a
existência de dois fatores opostos entre si, duas forças "o bem e o
mal", ou seja, o dualismo cristão é uma espécie de defesa que afirma que
Deus mede forças com satanás, mas é isso mesmo produção? Biblicamente,
Deus é soberano e governa sobre todas as coisas, em Isaias está escrito: “Eu sou
Deus, e não há nenhum outro; eu sou Deus, e não há nenhum como eu” (Is 46.9). Ed Rene Kivitz vai
dizer: "Quando a questão é disputa entre espíritos fortes e fracos para
ver quem controla quem, o espirito de Cristo é insuperável". (KIVITZ,
vivendo com propósito, pg 169).
As expressões artísticas estão carregadas de
supervalorização a Satanás, e pouca Deidade de Cristo. A que Deus/deus temos pregado
em nossa arte?
Sim, já tive experiências que me trouxeram
muito pânico e pavor como diz o próprio Kivitz "só deixei de evitá-las
como o diabo foge da cruz, me associei a própria cruz". Sim, já fiz
pantominas, já cantei, já dancei muitas vezes canções que traziam essa
"guerra de Espíritos", mas quando comecei a ter discernimento bíblico
e conhecimento das sagradas escrituras, então disse "voltemos ao
evangelho".
As artes na igreja precisam voltar ao
evangelho "Simples e puro", e expressar a Deus como Ele é, e detalhe,
a luz da sua própria palavra.
Kelly Gonçalves

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